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Martha Stewart perde no terno de Macy's

Martha Stewart perde no terno de Macy's

Juiz decide que o acordo de Martha com a JC Penney prejudica a Macy's

Wikimedia / David Shankbone

Os suprimentos de cozinha de Martha Stewart podem não estar chegando a um JC Penney tão rapidamente quanto anunciado, já que um juiz de Nova York decidiu a favor da Macy's, que buscou uma liminar alegando que tinha direitos exclusivos sobre os utensílios domésticos da marca Martha.

Martha Stewart e JC Penney anunciaram sua parceria em dezembro, dizendo que a Penney's abriria lojas na loja para utensílios domésticos e utensílios de cozinha da marca Stewart. Mas a Macy’s entrou com uma ação, alegando que tinha os direitos exclusivos para distribuir utensílios de cozinha e utensílios domésticos Martha Stewart sob um acordo que data de 2006 e não expiraria até 2018.

O juiz emitiu ontem um mandado de segurança contra o negócio da JC Penney, indicando que a Macy's mostrou "probabilidade de sucesso final em seu processo", de acordo com a Reuters.

O NY Post relata que a Macy's está "satisfeita" com os resultados e continuará a vender produtos da marca Martha Stewart em suas lojas.

Crain’s relatou anteriormente que os resultados potenciais da vitória da Macy's podem envolver Martha Stewart sendo impedida de vender seus produtos de marca na JC Penney até que o contrato da Macy expire em 2018, ou JC Penney e Martha Stewart sendo obrigados a fazer pagamentos à Macy's.

O NY Post relata que suas fontes indicaram que a Macy's decidiu permitir que alguns produtos da Martha Stewart sejam vendidos na JC Penney no próximo ano.

Em uma declaração ao Post, um porta-voz de Martha Stewart disse que o negócio com a JC Penney seguiria em frente, apesar da vitória da Macy's:

"Estaremos lançando nossos produtos na loja e online com a JC Penney no primeiro trimestre de 2013. Nada sobre a decisão de hoje muda isso."


Martha Stewart: O negócio da J.C. Penney não violou o contrato da Macy

A especialista em decoração e culinária Martha Stewart testemunhou que fechar um acordo com J.C. Penney não violou seu contrato para vender sua linha de decoração para casa exclusivamente na Macy's.

A guru de decoração e comida Martha Stewart testemunhou no tribunal na terça-feira que não fez nada de errado ao assinar um acordo para abrir lojas na maioria das lojas da J.C. Penney em todo o país.

Stewart testemunhou na Suprema Corte do Estado de Nova York em um julgamento sobre se a empresa que ela fundou violou seu contrato de venda de panelas, roupas de cama e outros itens exclusivamente na Macy's quando ela assinou o acordo com Penney.

A aparição de Stewart, que seguiu uma programação de outros altos escalões, incluindo os CEOs da Macy's Inc. e da J.C. Penney Co., atraiu muita atenção da mídia. Tanto que o juiz abriu a cabine do júri para dar lugar ao público ampliado, e os espectadores tiveram que esperar atrás de uma linha amarrada para entrar na sala do tribunal.

Durante quatro horas de depoimento, Stewart, que fundou a Martha Stewart Living Omnimedia Inc., negou as alegações de Macy de que ela fez algo antiético e disse que estava apenas procurando expandir sua marca.

Stewart disse que foi a Macy's que não cumpriu sua parte no acordo para tentar maximizar o potencial de seu negócio. Ela disse que sua marca cresceu para cerca de US $ 300 milhões na Macy's, mas o negócio agora estava "estático" na rede de lojas de departamentos. Ela disse que esperava que o negócio ultrapassasse US $ 400 milhões.

Teoria crítica da raça: quem decide o que é história?

"Ficamos desapontados", testemunhou Stewart, 71, vestindo uma túnica marrom claro e uma minissaia. "Chegamos a uma certa quantia em dólares, lutamos e nunca avançamos."

O julgamento, que começou em 20 de fevereiro, gira em torno de se a Macy's tem o direito exclusivo de vender alguns produtos da marca Martha Stewart, como utensílios de cozinha, roupas de cama e banho.

Penney assinou um pacto em dezembro de 2011 com Martha Stewart Living para abrir lojas na maioria de suas 1.100 lojas até esta primavera. Um mês depois, a Macy's renovou seu contrato exclusivo de longa data com Martha Stewart até 2018, depois processou Martha Stewart Living e Penney.

A Macy's está tentando impedir a Penney's de abrir as lojas Martha Stewart dentro de suas lojas. A empresa também está tentando impedir que Martha Stewart forneça quaisquer designs para Penney - quer eles carreguem ou não o rótulo Martha Stewart.

Martha Stewart e Penney estão usando o que acreditam ser uma brecha no acordo entre a Macy's e Martha Stewart para prosseguir com seu negócio. É uma cláusula que permite a Martha Stewart vender alguns dos produtos que oferece nas lojas Macy's nas lojas Martha Stewart também.

De acordo com os advogados de Martha Stewart, como o acordo da Macy não especifica que as lojas da Martha Stewart devem ser locais "independentes", as mini lojas dentro das lojas da Penney não violariam o contrato. Stewart disse no tribunal na terça-feira que até a Amazon.com poderia ser considerada uma loja, visto que os consumidores estão migrando mais para a compra online.

"Não acho que você precise de paredes para ser uma loja", disse ela.

O julgamento revelou um pouco do drama que aconteceu nos bastidores quando o negócio Martha Stewart-Penney veio a ser. Durante seu depoimento na sexta-feira, o CEO da Penney Johnson rejeitou as alegações dos advogados da Macy's de que ele conspirou para forçar Martha Stewart a violar seu acordo com a Macy's com o objetivo de eventualmente se tornar a única transportadora de alguns dos produtos de Stewart.

Johnson, que estava vestido com um terno escuro e gravata azul marinho listrada, testemunhou que ele só queria ter uma parte da ação enquanto ajudava o negócio de Martha Stewart a crescer. Ele também disse que a parceria expandida pode ser boa para todas as partes envolvidas, incluindo a Macy's.

Os advogados da Macy's, por sua vez, retrataram Stewart como alguém que deu as costas a um bom amigo, o CEO da Macy's, Terry Lundgren, para intermediar um acordo com uma empresa rival. Durante o depoimento no início do julgamento, Lundgren, que usava um terno, disse que desligou na cara de Stewart depois que ela lhe contou sobre o acordo que ela havia feito com Penney. Ele disse que não falou com ela desde então.

"Fiquei bastante surpreso com a resposta dele e quando ele desligou na minha cara, fiquei bastante pasmo", testemunhou Stewart na terça-feira.

Stewart também testemunhou que ela não poderia discutir o acordo iminente da Penney com Lundgren mais cedo porque as negociações eram "confidenciais". Mas Theodore Grossman, advogado que representa a Macy's, apresentou um e-mail na terça-feira que mostrava que Stewart havia discutido a ideia no verão de 2011 com Millard Drexler, CEO da rede de roupas J. Crew. Stewart chamou Drexler de "conselheiro útil".

O testemunho de Stewart vem enquanto a empresa que ela fundou continua a lutar. Martha Stewart Living acaba de terminar seu quinto ano consecutivo de derrotas. A empresa também teve quedas acentuadas nas vendas.

Martha Stewart Living sofreu um golpe quando Stewart foi indiciado em 2003 por acusações que incluíam fazer declarações falsas e obstrução da justiça relacionadas à venda de ações pessoais. Ela foi condenada em março de 2004 e sentenciada a cinco meses de prisão. Após a libertação de Stewart em março de 2005, os negócios começaram a se recuperar, pois os anunciantes que haviam fugido voltaram.

"Eu tropecei em 2003", disse Stewart na terça-feira, acrescentando que "Saímos disso inteiros e saudáveis".

Ainda assim, nos últimos anos, as divisões de transmissão e publicação de Martha Stewart Living têm lutado com uma mudança nas pessoas para obter suas receitas e dicas de comida na web e em seus dispositivos móveis. Como resultado, a empresa, com sede na cidade de Nova York, vem tentando fortalecer seu negócio de merchandising, que representa 30% da receita anual da empresa.

As maiores oportunidades para Martha Stewart Living estão na venda de produtos para o lar, incluindo artigos de cama, banho e cozinha. Isso porque, à medida que a recuperação da habitação ganha ímpeto na recuperação econômica, as pessoas provavelmente colocarão mais dinheiro em suas casas.

Durante seu depoimento na terça-feira, Stewart disse que sempre quis abrir grandes lojas dentro das lojas da Macy's, mas o varejista nunca adotou esse conceito. Em vez disso, ela disse que a mercadoria nas lojas da Macy's está apenas "aqui e ali".

Receba as histórias de monitores de seu interesse entregues em sua caixa de entrada.

É por isso que ela disse que uma proposta da Penney's Johnson de criar lojas cheias de produtos para a casa era atraente para ela. Ela chamou Johnson de "visionário".

"Esperávamos que esse negócio estivesse crescendo", disse Stewart. "Só me confunde o fato de estarmos aqui sentados na sua frente, juiz."


Martha Stewart: O negócio da J.C. Penney não violou o contrato da Macy

A especialista em decoração e culinária Martha Stewart testemunhou que fechar um acordo com J.C. Penney não violou seu contrato para vender sua linha de decoração para casa exclusivamente na Macy's.

A guru de decoração e comida Martha Stewart testemunhou no tribunal na terça-feira que não fez nada de errado ao assinar um acordo para abrir lojas na maioria das lojas da J.C. Penney em todo o país.

Stewart testemunhou na Suprema Corte do Estado de Nova York em um julgamento sobre se a empresa que ela fundou violou seu contrato de venda de utensílios de cozinha, roupas de cama e outros itens exclusivamente na Macy's quando ela assinou o acordo com Penney.

A aparição de Stewart, que seguiu uma programação de outros altos escalões, incluindo os CEOs da Macy's Inc. e da J.C. Penney Co., atraiu muita atenção da mídia. Tanto que o juiz abriu a cabine do júri para dar lugar ao público ampliado, e os espectadores tiveram que esperar atrás de uma linha amarrada para entrar na sala do tribunal.

Durante quatro horas de depoimento, Stewart, que fundou a Martha Stewart Living Omnimedia Inc., negou as alegações de Macy de que ela fez algo antiético e disse que estava apenas procurando expandir sua marca.

Stewart disse que foi a Macy's que não cumpriu sua parte no acordo para tentar maximizar o potencial de seu negócio. Ela disse que sua marca cresceu para cerca de US $ 300 milhões na Macy's, mas o negócio agora estava "estático" na rede de lojas de departamentos. Ela disse que esperava que o negócio ultrapassasse US $ 400 milhões.

Teoria crítica da raça: quem decide o que é história?

"Ficamos desapontados", testemunhou Stewart, 71, vestindo uma túnica marrom claro e uma minissaia. "Chegamos a uma certa quantia em dólares, lutamos e nunca avançamos."

O julgamento, que começou em 20 de fevereiro, gira em torno de se a Macy's tem o direito exclusivo de vender alguns produtos da marca Martha Stewart, como utensílios de cozinha, roupas de cama e banho.

Penney assinou um pacto em dezembro de 2011 com Martha Stewart Living para abrir lojas na maioria de suas 1.100 lojas até esta primavera. Um mês depois, a Macy's renovou seu contrato exclusivo de longa data com Martha Stewart até 2018, depois processou Martha Stewart Living e Penney.

A Macy's está tentando impedir a Penney's de abrir as lojas Martha Stewart dentro de suas lojas. A empresa também está tentando impedir que Martha Stewart forneça quaisquer designs para Penney - quer eles carreguem ou não o rótulo Martha Stewart.

Martha Stewart e Penney estão usando o que acreditam ser uma brecha no acordo entre a Macy's e Martha Stewart para prosseguir com seu negócio. É uma cláusula que permite a Martha Stewart vender alguns dos produtos que oferece nas lojas Macy's nas lojas Martha Stewart também.

De acordo com os advogados de Martha Stewart, como o acordo da Macy não especifica que as lojas da Martha Stewart devem ser locais "independentes", as mini lojas dentro das lojas da Penney não violariam o contrato. Stewart disse no tribunal na terça-feira que até a Amazon.com poderia ser considerada uma loja, visto que os consumidores estão migrando mais para a compra online.

"Eu não acho que você precisa de paredes para ser uma loja", disse ela.

O julgamento revelou alguns dos dramas que aconteceram nos bastidores quando o negócio Martha Stewart-Penney veio a ser. Durante seu depoimento na sexta-feira, o CEO da Penney Johnson rejeitou as alegações dos advogados da Macy's de que ele conspirou para forçar Martha Stewart a violar seu acordo com a Macy's com o objetivo de eventualmente se tornar a única transportadora de alguns dos produtos de Stewart.

Johnson, que estava vestido com um terno escuro e gravata azul marinho listrada, testemunhou que ele só queria ter uma parte da ação enquanto ajudava o negócio de Martha Stewart a crescer. Ele também disse que a parceria ampliada pode ser boa para todas as partes envolvidas, incluindo a Macy's.

Os advogados da Macy's, por sua vez, retrataram Stewart como alguém que deu as costas a um bom amigo, o CEO da Macy's, Terry Lundgren, para intermediar um acordo com uma empresa rival. Durante o depoimento no início do julgamento, Lundgren, que usava um terno, disse que desligou na cara de Stewart depois que ela lhe contou sobre o acordo que ela havia feito com Penney. Ele disse que não falou com ela desde então.

"Fiquei bastante surpreso com a resposta dele e quando ele desligou na minha cara, fiquei bastante pasmo", testemunhou Stewart na terça-feira.

Stewart também testemunhou que ela não poderia discutir o acordo iminente da Penney com Lundgren mais cedo porque as negociações eram "confidenciais". Mas Theodore Grossman, advogado que representa a Macy's, apresentou um e-mail na terça-feira que mostrava que Stewart havia discutido a ideia no verão de 2011 com Millard Drexler, CEO da rede de roupas J. Crew. Stewart chamou Drexler de "conselheiro útil".

O testemunho de Stewart vem enquanto a empresa que ela fundou continua a lutar. Martha Stewart Living acaba de terminar seu quinto ano consecutivo de derrotas. A empresa também teve quedas acentuadas nas vendas.

Martha Stewart Living sofreu um golpe quando Stewart foi indiciado em 2003 por acusações que incluíam fazer declarações falsas e obstrução da justiça relacionadas à venda de ações pessoais. Ela foi condenada em março de 2004 e sentenciada a cinco meses de prisão. Após a libertação de Stewart em março de 2005, os negócios começaram a se recuperar, pois os anunciantes que haviam fugido voltaram.

"Eu tropecei em 2003", disse Stewart na terça-feira, acrescentando que "Saímos disso inteiros e saudáveis".

Ainda assim, nos últimos anos, as divisões de transmissão e publicação de Martha Stewart Living têm lutado com uma mudança nas pessoas para obter suas receitas e dicas de comida na web e em seus dispositivos móveis. Como resultado, a empresa, com sede na cidade de Nova York, vem tentando fortalecer seu negócio de merchandising, que representa 30% da receita anual da empresa.

As maiores oportunidades para Martha Stewart Living estão na venda de produtos para o lar, incluindo artigos de cama, banho e cozinha. Isso porque, à medida que a recuperação da habitação ganha ímpeto na recuperação econômica, as pessoas provavelmente colocarão mais dinheiro em suas casas.

Durante seu depoimento na terça-feira, Stewart disse que sempre quis abrir grandes lojas dentro das lojas da Macy's, mas o varejista nunca adotou esse conceito. Em vez disso, ela disse que a mercadoria nas lojas da Macy's está apenas "aqui e ali".

Receba as histórias de monitores de seu interesse entregues em sua caixa de entrada.

É por isso que ela disse que uma proposta da Penney's Johnson de criar lojas cheias de produtos para a casa era atraente para ela. Ela chamou Johnson de "visionário".

"Esperávamos que esse negócio estivesse crescendo", disse Stewart. "Só me confunde o fato de estarmos aqui sentados na sua frente, juiz."


Martha Stewart: O negócio da J.C. Penney não violou o contrato da Macy

A especialista em decoração e culinária Martha Stewart testemunhou que fechar um acordo com J.C. Penney não violou seu contrato para vender sua linha de decoração para casa exclusivamente na Macy's.

A guru de decoração e comida Martha Stewart testemunhou no tribunal na terça-feira que não fez nada de errado ao assinar um acordo para abrir lojas na maioria das lojas da J.C. Penney em todo o país.

Stewart testemunhou na Suprema Corte do Estado de Nova York em um julgamento sobre se a empresa que ela fundou violou seu contrato de venda de utensílios de cozinha, roupas de cama e outros itens exclusivamente na Macy's quando ela assinou o acordo com Penney.

A aparição de Stewart, que seguiu uma programação de outros altos escalões, incluindo os CEOs da Macy's Inc. e da J.C. Penney Co., atraiu muita atenção da mídia. Tanto que o juiz abriu a cabine do júri para dar lugar ao público ampliado, e os espectadores tiveram que esperar atrás de uma linha amarrada para entrar na sala do tribunal.

Durante quatro horas de depoimento, Stewart, que fundou a Martha Stewart Living Omnimedia Inc., negou as alegações de Macy de que ela fez algo antiético e disse que estava apenas procurando expandir sua marca.

Stewart disse que foi a Macy's que não cumpriu sua parte no acordo para tentar maximizar o potencial de seu negócio. Ela disse que sua marca cresceu para cerca de US $ 300 milhões na Macy's, mas o negócio agora estava "estático" na rede de lojas de departamentos. Ela disse que esperava que o negócio ultrapassasse US $ 400 milhões.

Teoria crítica da raça: quem decide o que é história?

"Ficamos desapontados", testemunhou Stewart, 71, vestindo uma túnica marrom claro e uma minissaia. "Chegamos a uma certa quantia em dólares, lutamos e nunca avançamos."

O julgamento, que começou em 20 de fevereiro, gira em torno de se a Macy's tem o direito exclusivo de vender alguns produtos da marca Martha Stewart, como utensílios de cozinha, roupas de cama e banho.

Penney assinou um pacto em dezembro de 2011 com Martha Stewart Living para abrir lojas na maioria de suas 1.100 lojas até esta primavera. Um mês depois, a Macy's renovou seu contrato exclusivo de longa data com Martha Stewart até 2018, depois processou Martha Stewart Living e Penney.

A Macy's está tentando impedir a Penney's de abrir as lojas Martha Stewart dentro de suas lojas. A empresa também está tentando impedir que Martha Stewart forneça quaisquer designs para Penney - quer eles carreguem ou não o rótulo Martha Stewart.

Martha Stewart e Penney estão usando o que acreditam ser uma brecha no acordo entre a Macy's e Martha Stewart para prosseguir com seu negócio. É uma cláusula que permite a Martha Stewart vender alguns dos produtos que oferece nas lojas Macy's nas lojas Martha Stewart também.

De acordo com os advogados de Martha Stewart, como o acordo da Macy não especifica que as lojas Martha Stewart devem ser locais "independentes", as mini lojas dentro das lojas da Penney não violariam o contrato. Stewart disse no tribunal na terça-feira que até a Amazon.com poderia ser considerada uma loja, visto que os consumidores estão migrando mais para a compra online.

"Eu não acho que você precisa de paredes para ser uma loja", disse ela.

O julgamento revelou um pouco do drama que aconteceu nos bastidores quando o negócio Martha Stewart-Penney veio a ser. Durante seu depoimento na sexta-feira, o CEO da Penney Johnson rejeitou as alegações dos advogados da Macy's de que ele conspirou para forçar Martha Stewart a violar seu acordo com a Macy's com o objetivo de eventualmente se tornar a única transportadora de alguns dos produtos de Stewart.

Johnson, que estava vestido com um terno escuro e gravata azul marinho listrada, testemunhou que ele só queria ter uma parte da ação enquanto ajudava o negócio de Martha Stewart a crescer. Ele também disse que a parceria ampliada pode ser boa para todas as partes envolvidas, incluindo a Macy's.

Os advogados da Macy's, por sua vez, retrataram Stewart como alguém que deu as costas a um bom amigo, o CEO da Macy's, Terry Lundgren, para intermediar um acordo com uma empresa rival. Durante o depoimento no início do julgamento, Lundgren, que usava terno, disse que desligou na cara de Stewart depois que ela lhe contou sobre o acordo que ela havia feito com Penney. Ele disse que não falou com ela desde então.

"Fiquei bastante surpreso com a resposta dele e quando ele desligou na minha cara eu fiquei bastante pasmo", testemunhou Stewart na terça-feira.

Stewart também testemunhou que ela não poderia discutir o acordo iminente da Penney com Lundgren mais cedo porque as negociações eram "confidenciais". Mas Theodore Grossman, advogado que representa a Macy's, apresentou um e-mail na terça-feira que mostrava que Stewart havia discutido a ideia no verão de 2011 com Millard Drexler, CEO da rede de roupas J. Crew. Stewart chamou Drexler de "conselheiro útil".

O testemunho de Stewart vem enquanto a empresa que ela fundou continua a lutar. Martha Stewart Living acaba de terminar seu quinto ano consecutivo de derrotas. A empresa também teve quedas acentuadas nas vendas.

Martha Stewart Living sofreu um golpe quando Stewart foi indiciado em 2003 por acusações que incluíam fazer declarações falsas e obstrução da justiça relacionadas à venda de ações pessoais. Ela foi condenada em março de 2004 e sentenciada a cinco meses de prisão. Após a libertação de Stewart em março de 2005, os negócios começaram a se recuperar, pois os anunciantes que haviam fugido voltaram.

"Eu tropecei em 2003", disse Stewart na terça-feira, acrescentando que "Saímos disso inteiros e saudáveis".

Ainda assim, nos últimos anos, as divisões de transmissão e publicação de Martha Stewart Living têm lutado com uma mudança nas pessoas para obter suas receitas e dicas de comida na web e em seus dispositivos móveis. Como resultado, a empresa, com sede na cidade de Nova York, vem tentando fortalecer seu negócio de merchandising, que representa 30% da receita anual da empresa.

As maiores oportunidades para Martha Stewart Living estão na venda de produtos para o lar, incluindo artigos de cama, banho e cozinha. Isso porque, à medida que a recuperação da habitação ganha ímpeto na recuperação econômica, as pessoas provavelmente colocarão mais dinheiro em suas casas.

Durante seu depoimento na terça-feira, Stewart disse que sempre quis abrir grandes lojas dentro das lojas da Macy's, mas o varejista nunca adotou esse conceito. Em vez disso, ela disse que a mercadoria nas lojas da Macy's está apenas "aqui e ali".

Receba as histórias de monitor de seu interesse entregues em sua caixa de entrada.

É por isso que ela disse que uma proposta da Penney's Johnson de criar lojas cheias de produtos para a casa era atraente para ela. Ela chamou Johnson de "visionário".

"Esperávamos que esse negócio estivesse crescendo", disse Stewart. "Só me confunde o fato de estarmos aqui sentados na sua frente, juiz."


Martha Stewart: O negócio da J.C. Penney não violou o contrato da Macy

A especialista em decoração e culinária Martha Stewart testemunhou que fechar um acordo com J.C. Penney não violou seu contrato para vender sua linha de decoração para casa exclusivamente na Macy's.

A guru de decoração e comida Martha Stewart testemunhou no tribunal na terça-feira que não fez nada de errado ao assinar um acordo para abrir lojas na maioria das lojas da J.C. Penney em todo o país.

Stewart testemunhou na Suprema Corte do Estado de Nova York em um julgamento sobre se a empresa que ela fundou violou seu contrato de venda de utensílios de cozinha, roupas de cama e outros itens exclusivamente na Macy's quando ela assinou o acordo com Penney.

A aparição de Stewart, que seguiu uma programação de outros altos escalões, incluindo os CEOs da Macy's Inc. e da J.C. Penney Co., atraiu muita atenção da mídia. Tanto que o juiz abriu a cabine do júri para dar lugar ao público ampliado, e os espectadores tiveram que esperar atrás de uma linha amarrada para entrar na sala do tribunal.

Durante quatro horas de depoimento, Stewart, que fundou a Martha Stewart Living Omnimedia Inc., negou as alegações de Macy de que ela fez algo antiético e disse que estava apenas procurando expandir sua marca.

Stewart disse que foi a Macy's que não cumpriu sua parte no acordo para tentar maximizar o potencial de seu negócio. Ela disse que sua marca cresceu para cerca de US $ 300 milhões na Macy's, mas o negócio agora estava "estático" na rede de lojas de departamentos. Ela disse que esperava que o negócio ultrapassasse US $ 400 milhões.

Teoria crítica da raça: quem decide o que é história?

"Ficamos desapontados", testemunhou Stewart, 71, vestindo uma túnica marrom claro e uma minissaia. "Chegamos a uma certa quantia em dólares, lutamos e nunca avançamos."

O julgamento, que começou em 20 de fevereiro, gira em torno de se a Macy's tem o direito exclusivo de vender alguns produtos da marca Martha Stewart, como utensílios de cozinha, roupas de cama e banho.

Penney assinou um pacto em dezembro de 2011 com Martha Stewart Living para abrir lojas na maioria de suas 1.100 lojas até esta primavera. Um mês depois, a Macy's renovou seu contrato exclusivo de longa data com Martha Stewart até 2018, depois processou Martha Stewart Living e Penney.

A Macy's está tentando impedir a Penney's de abrir as lojas Martha Stewart dentro de suas lojas. A empresa também está tentando impedir que Martha Stewart forneça quaisquer designs para Penney - quer eles carreguem ou não o rótulo Martha Stewart.

Martha Stewart e Penney estão usando o que acreditam ser uma brecha no acordo entre a Macy's e Martha Stewart para avançar com seu negócio. É uma cláusula que permite a Martha Stewart vender alguns dos produtos que oferece nas lojas Macy's nas lojas Martha Stewart também.

De acordo com os advogados de Martha Stewart, como o acordo da Macy não especifica que as lojas Martha Stewart devem ser locais "independentes", as mini lojas dentro das lojas da Penney não violariam o contrato. Stewart disse em tribunal na terça-feira que até a Amazon.com poderia ser considerada uma loja, visto que os consumidores estão migrando mais para a compra online.

"Eu não acho que você precisa de paredes para ser uma loja", disse ela.

O julgamento revelou alguns dos dramas que aconteceram nos bastidores quando o negócio Martha Stewart-Penney veio a ser. Durante seu depoimento na sexta-feira, o CEO da Penney Johnson rejeitou as alegações dos advogados da Macy's de que ele conspirou para forçar Martha Stewart a violar seu acordo com a Macy's com o objetivo de eventualmente se tornar a única transportadora de alguns dos produtos de Stewart.

Johnson, que estava vestido com um terno escuro e gravata azul marinho listrada, testemunhou que ele só queria ter uma parte da ação enquanto ajudava o negócio de Martha Stewart a crescer. Ele também disse que a parceria expandida pode ser boa para todas as partes envolvidas, incluindo a Macy's.

Os advogados da Macy's, por sua vez, retrataram Stewart como alguém que deu as costas a um bom amigo, o CEO da Macy's, Terry Lundgren, para intermediar um acordo com uma empresa rival. Durante o depoimento no início do julgamento, Lundgren, que usava terno, disse que desligou na cara de Stewart depois que ela lhe contou sobre o acordo que ela havia feito com Penney. Ele disse que não falou com ela desde então.

"Fiquei bastante surpreso com a resposta dele e quando ele desligou na minha cara, fiquei bastante pasmo", testemunhou Stewart na terça-feira.

Stewart também testemunhou que ela não poderia discutir o acordo iminente da Penney com Lundgren mais cedo porque as negociações eram "confidenciais". Mas Theodore Grossman, advogado que representa a Macy's, apresentou um e-mail na terça-feira que mostrava que Stewart havia discutido a ideia no verão de 2011 com Millard Drexler, CEO da rede de roupas J. Crew. Stewart chamou Drexler de "conselheiro útil".

O testemunho de Stewart vem enquanto a empresa que ela fundou continua a lutar. Martha Stewart Living acaba de terminar seu quinto ano consecutivo de derrotas. A empresa também teve quedas acentuadas nas vendas.

Martha Stewart Living sofreu um golpe quando Stewart foi indiciado em 2003 por acusações que incluíam fazer declarações falsas e obstrução da justiça relacionadas à venda de ações pessoais. Ela foi condenada em março de 2004 e sentenciada a cinco meses de prisão. Após a libertação de Stewart em março de 2005, os negócios começaram a se recuperar, pois os anunciantes que haviam fugido voltaram.

"Eu tropecei em 2003", disse Stewart na terça-feira, acrescentando que "Saímos disso inteiros e saudáveis".

Ainda assim, nos últimos anos, as divisões de transmissão e publicação de Martha Stewart Living têm lutado com uma mudança nas pessoas para obter suas receitas e dicas de comida na web e em seus dispositivos móveis. Como resultado, a empresa, com sede na cidade de Nova York, vem tentando fortalecer seu negócio de merchandising, que representa 30% da receita anual da empresa.

As maiores oportunidades para Martha Stewart Living estão na venda de produtos para o lar, incluindo artigos de cama, banho e cozinha. Isso porque, à medida que a recuperação da habitação ganha ímpeto na recuperação econômica, as pessoas provavelmente colocarão mais dinheiro em suas casas.

Durante seu depoimento na terça-feira, Stewart disse que sempre quis abrir grandes lojas dentro das lojas da Macy's, mas o varejista nunca adotou esse conceito. Em vez disso, ela disse que a mercadoria nas lojas da Macy's está apenas "aqui e ali".

Receba as histórias de monitores de seu interesse entregues em sua caixa de entrada.

É por isso que ela disse que uma proposta da Penney's Johnson de criar lojas cheias de produtos para a casa era atraente para ela. Ela chamou Johnson de "visionário".

"Esperávamos que esse negócio estivesse crescendo", disse Stewart. "Só me confunde o fato de estarmos aqui sentados na sua frente, juiz."


Martha Stewart: O negócio da J.C. Penney não violou o contrato da Macy

A especialista em decoração e culinária Martha Stewart testemunhou que fechar um acordo com J.C. Penney não violou seu contrato para vender sua linha de decoração para casa exclusivamente na Macy's.

A guru de decoração e comida Martha Stewart testemunhou no tribunal na terça-feira que não fez nada de errado ao assinar um acordo para abrir lojas na maioria das lojas da J.C. Penney em todo o país.

Stewart testemunhou na Suprema Corte do Estado de Nova York em um julgamento sobre se a empresa que ela fundou violou seu contrato de venda de panelas, roupas de cama e outros itens exclusivamente na Macy's quando ela assinou o acordo com Penney.

A aparição de Stewart, que seguiu uma programação de outros altos escalões, incluindo os CEOs da Macy's Inc. e da J.C. Penney Co., atraiu muita atenção da mídia. Tanto que o juiz abriu a cabine do júri para dar lugar ao público ampliado, e os espectadores tiveram que esperar atrás de uma linha amarrada para entrar na sala do tribunal.

Durante quatro horas de depoimento, Stewart, que fundou a Martha Stewart Living Omnimedia Inc., negou as alegações de Macy de que ela fez algo antiético e disse que estava apenas procurando expandir sua marca.

Stewart disse que foi a Macy's que não cumpriu sua parte no acordo para tentar maximizar o potencial de seu negócio. Ela disse que sua marca cresceu para cerca de US $ 300 milhões na Macy's, mas o negócio agora estava "estático" na rede de lojas de departamentos. Ela disse que esperava que o negócio ultrapassasse US $ 400 milhões.

Teoria crítica da raça: quem decide o que é história?

"Ficamos desapontados", testemunhou Stewart, 71, vestindo uma túnica marrom claro e uma minissaia. "Chegamos a uma certa quantia em dólares, lutamos e nunca avançamos."

O julgamento, que começou em 20 de fevereiro, gira em torno de se a Macy's tem o direito exclusivo de vender alguns produtos da marca Martha Stewart, como utensílios de cozinha, roupas de cama e banho.

Penney assinou um pacto em dezembro de 2011 com Martha Stewart Living para abrir lojas na maioria de suas 1.100 lojas até esta primavera. Um mês depois, a Macy's renovou seu contrato exclusivo de longa data com Martha Stewart até 2018, depois processou Martha Stewart Living e Penney.

A Macy's está tentando impedir a Penney's de abrir as lojas Martha Stewart dentro de suas lojas. A empresa também está tentando impedir que Martha Stewart forneça quaisquer designs para Penney - quer eles carreguem ou não o rótulo Martha Stewart.

Martha Stewart e Penney estão usando o que acreditam ser uma brecha no acordo entre a Macy's e Martha Stewart para prosseguir com seu negócio. É uma cláusula que permite a Martha Stewart vender alguns dos produtos que oferece nas lojas Macy's nas lojas Martha Stewart também.

De acordo com os advogados de Martha Stewart, como o acordo da Macy não especifica que as lojas Martha Stewart devem ser locais "independentes", as mini lojas dentro das lojas da Penney não violariam o contrato. Stewart disse em tribunal na terça-feira que até a Amazon.com poderia ser considerada uma loja, visto que os compradores estão migrando mais para a compra online.

"Não acho que você precise de paredes para ser uma loja", disse ela.

O julgamento revelou alguns dos dramas que aconteceram nos bastidores quando o negócio Martha Stewart-Penney veio a ser. During his testimony on Friday, Penney CEO Johnson rejected claims by Macy's lawyers that he plotted to push Martha Stewart to breach her deal with Macy's with the goal of eventually becoming the sole carrier of some of Stewart's products.

Johnson, who was dressed in a dark suit and striped navy tie, testified that he just wanted to get a piece of the action while helping the Martha Stewart's business grow. He also said that the expanded partnership could be good for all parties involved, including Macy's.

Macy's attorneys, meanwhile, have portrayed Stewart as someone who turned her back on a good friend, Macy's CEO Terry Lundgren, to broker a deal with a rival company. During testimony earlier in the trial, Lundgren, who wore a suit, said that he hung up on Stewart after she told him about the deal she'd reached with Penney. He said he hasn't spoken to her since.

"I was quite taken back by his response and when he hung up on me I was quite flabbergasted," Stewart testified Tuesday.

Stewart also testified that she couldn't discuss the impending Penney deal with Lundgren sooner because the negotiations were "confidential." But Theodore Grossman, an attorney representing Macy's, presented an email on Tuesday that showed that Stewart had discussed the idea in the summer of 2011 with Millard Drexler, CEO of the J. Crew clothing chain. Stewart called Drexler a "helpful adviser."

Stewart's testimony comes as the company she founded continues to struggle. Martha Stewart Living just finished its fifth straight year of losses. The company has also had steep sales declines.

Martha Stewart Living took a hit when Stewart was indicted in 2003 on charges that included making false statements and obstruction of justice related to a personal stock sale. She was convicted in March 2004 and was sentenced to five months in prison. After Stewart's release in March 2005, business began to recover as advertisers who had fled returned.

"I stumbled in 2003," Stewart said Tuesday, adding that "We emerged from that whole and healthy."

Still, in the past few years, Martha Stewart Living's broadcast and publishing divisions have been grappling with a shift by people to getting their recipes and food tips on the Web and on their mobile devices. As a result, the company, based in New York City, has been trying to bolster its merchandising business, which represents 30 percent of the company's annual revenue.

The biggest opportunities for Martha Stewart Living are in selling products for the home, including bedding, bath and kitchen merchandise. That's because as the housing recovery gains momentum in the economic recovery, people likely will put more money into their homes.

During her testimony on Tuesday, Stewart said she always wanted to open big shops within Macy's stores, but the retailer never embraced that concept. Instead, she said the merchandise in Macy's stores is just "here and there."

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That's why she said that a proposal from Penney's Johnson to create shops filled with home merchandise was appealing to her. She called Johnson a "visionary."

"We hoped this business would be growing," Stewart said. "It just boggles my mind that we're here sitting in front of you, judge."


Martha Stewart: J.C. Penney deal didn't violate Macy's contract

Home decorating and cooking expert Martha Stewart testified that striking a deal with J.C. Penney did not breach her contract to sell her home decor line exclusively at Macy's.

Home decor and food guru Martha Stewart testified in court on Tuesday that she did nothing wrong when she signed an agreement to open shops within most of J.C. Penney's stores across the country.

Stewart testified in New York State Supreme Court in a trial over whether the company she founded breached its contract to sell cookware, bedding and other items exclusively at Macy's when she inked the deal with Penney.

Stewart's appearance, which followed a lineup of other top brass including the CEOs of both Macy's Inc. and J.C. Penney Co., attracted a lot of attention from the media. So much so that the judge opened up the jury box to make room for the expanded audience, and spectators had to wait behind a roped line to enter the courtroom.

During four hours of testimony, Stewart, who founded Martha Stewart Living Omnimedia Inc., denied Macy's allegations that she did anything unethical and said she was only looking to expand her brand.

Stewart said it's Macy's that didn't uphold its end of the agreement to try to maximize the potential of her business. She said her brand had grown to about $300 million at Macy's, but the business was now "static" at the department store chain. She said she had hoped the business would exceed $400 million.

Teoria crítica da raça: quem decide o que é história?

"We were disappointed," Stewart, 71, wearing a light brown tunic and a mini skirt, testified. "We got to a certain dollar amount and struggled and never got any further."

The trial, which began Feb. 20, centers around whether Macy's has the exclusive right to sell some Martha Stewart branded products such as cookware, bedding and bath items.

Penney signed a pact in December 2011 with Martha Stewart Living to open shops at most of its 1,100 stores by this spring. A month later, Macy's renewed its long-standing exclusive deal with Martha Stewart until 2018, then it sued both Martha Stewart Living and Penney.

Macy's is trying to block Penney's from opening the Martha Stewart shops within its stores. The company also is seeking to stop Martha Stewart from providing any designs to Penney — whether or not they carry the Martha Stewart label.

Martha Stewart and Penney are using what they believe is a loophole in the agreement between Macy's and Martha Stewart to move forward with their deal. It's a provision that allows Martha Stewart to sell some of the products that it offers in Macy's stores at Martha Stewart shops, too.

According to Martha Stewart lawyers, because the Macy's agreement doesn't specify that Martha Stewart stores have to be "stand alone" locations, the mini shops within Penney's stores would not violate the contract. Stewart said in court Tuesday that even Amazon.com could be considered a store, given that shoppers are shifting more to online buying.

"I don't think you need walls to be a store," she said.

The trial has revealed some of the drama that took place behind-the-scenes as the Martha Stewart-Penney deal came to be. During his testimony on Friday, Penney CEO Johnson rejected claims by Macy's lawyers that he plotted to push Martha Stewart to breach her deal with Macy's with the goal of eventually becoming the sole carrier of some of Stewart's products.

Johnson, who was dressed in a dark suit and striped navy tie, testified that he just wanted to get a piece of the action while helping the Martha Stewart's business grow. He also said that the expanded partnership could be good for all parties involved, including Macy's.

Macy's attorneys, meanwhile, have portrayed Stewart as someone who turned her back on a good friend, Macy's CEO Terry Lundgren, to broker a deal with a rival company. During testimony earlier in the trial, Lundgren, who wore a suit, said that he hung up on Stewart after she told him about the deal she'd reached with Penney. He said he hasn't spoken to her since.

"I was quite taken back by his response and when he hung up on me I was quite flabbergasted," Stewart testified Tuesday.

Stewart also testified that she couldn't discuss the impending Penney deal with Lundgren sooner because the negotiations were "confidential." But Theodore Grossman, an attorney representing Macy's, presented an email on Tuesday that showed that Stewart had discussed the idea in the summer of 2011 with Millard Drexler, CEO of the J. Crew clothing chain. Stewart called Drexler a "helpful adviser."

Stewart's testimony comes as the company she founded continues to struggle. Martha Stewart Living just finished its fifth straight year of losses. The company has also had steep sales declines.

Martha Stewart Living took a hit when Stewart was indicted in 2003 on charges that included making false statements and obstruction of justice related to a personal stock sale. She was convicted in March 2004 and was sentenced to five months in prison. After Stewart's release in March 2005, business began to recover as advertisers who had fled returned.

"I stumbled in 2003," Stewart said Tuesday, adding that "We emerged from that whole and healthy."

Still, in the past few years, Martha Stewart Living's broadcast and publishing divisions have been grappling with a shift by people to getting their recipes and food tips on the Web and on their mobile devices. As a result, the company, based in New York City, has been trying to bolster its merchandising business, which represents 30 percent of the company's annual revenue.

The biggest opportunities for Martha Stewart Living are in selling products for the home, including bedding, bath and kitchen merchandise. That's because as the housing recovery gains momentum in the economic recovery, people likely will put more money into their homes.

During her testimony on Tuesday, Stewart said she always wanted to open big shops within Macy's stores, but the retailer never embraced that concept. Instead, she said the merchandise in Macy's stores is just "here and there."

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That's why she said that a proposal from Penney's Johnson to create shops filled with home merchandise was appealing to her. She called Johnson a "visionary."

"We hoped this business would be growing," Stewart said. "It just boggles my mind that we're here sitting in front of you, judge."


Martha Stewart: J.C. Penney deal didn't violate Macy's contract

Home decorating and cooking expert Martha Stewart testified that striking a deal with J.C. Penney did not breach her contract to sell her home decor line exclusively at Macy's.

Home decor and food guru Martha Stewart testified in court on Tuesday that she did nothing wrong when she signed an agreement to open shops within most of J.C. Penney's stores across the country.

Stewart testified in New York State Supreme Court in a trial over whether the company she founded breached its contract to sell cookware, bedding and other items exclusively at Macy's when she inked the deal with Penney.

Stewart's appearance, which followed a lineup of other top brass including the CEOs of both Macy's Inc. and J.C. Penney Co., attracted a lot of attention from the media. So much so that the judge opened up the jury box to make room for the expanded audience, and spectators had to wait behind a roped line to enter the courtroom.

During four hours of testimony, Stewart, who founded Martha Stewart Living Omnimedia Inc., denied Macy's allegations that she did anything unethical and said she was only looking to expand her brand.

Stewart said it's Macy's that didn't uphold its end of the agreement to try to maximize the potential of her business. She said her brand had grown to about $300 million at Macy's, but the business was now "static" at the department store chain. She said she had hoped the business would exceed $400 million.

Teoria crítica da raça: quem decide o que é história?

"We were disappointed," Stewart, 71, wearing a light brown tunic and a mini skirt, testified. "We got to a certain dollar amount and struggled and never got any further."

The trial, which began Feb. 20, centers around whether Macy's has the exclusive right to sell some Martha Stewart branded products such as cookware, bedding and bath items.

Penney signed a pact in December 2011 with Martha Stewart Living to open shops at most of its 1,100 stores by this spring. A month later, Macy's renewed its long-standing exclusive deal with Martha Stewart until 2018, then it sued both Martha Stewart Living and Penney.

Macy's is trying to block Penney's from opening the Martha Stewart shops within its stores. The company also is seeking to stop Martha Stewart from providing any designs to Penney — whether or not they carry the Martha Stewart label.

Martha Stewart and Penney are using what they believe is a loophole in the agreement between Macy's and Martha Stewart to move forward with their deal. It's a provision that allows Martha Stewart to sell some of the products that it offers in Macy's stores at Martha Stewart shops, too.

According to Martha Stewart lawyers, because the Macy's agreement doesn't specify that Martha Stewart stores have to be "stand alone" locations, the mini shops within Penney's stores would not violate the contract. Stewart said in court Tuesday that even Amazon.com could be considered a store, given that shoppers are shifting more to online buying.

"I don't think you need walls to be a store," she said.

The trial has revealed some of the drama that took place behind-the-scenes as the Martha Stewart-Penney deal came to be. During his testimony on Friday, Penney CEO Johnson rejected claims by Macy's lawyers that he plotted to push Martha Stewart to breach her deal with Macy's with the goal of eventually becoming the sole carrier of some of Stewart's products.

Johnson, who was dressed in a dark suit and striped navy tie, testified that he just wanted to get a piece of the action while helping the Martha Stewart's business grow. He also said that the expanded partnership could be good for all parties involved, including Macy's.

Macy's attorneys, meanwhile, have portrayed Stewart as someone who turned her back on a good friend, Macy's CEO Terry Lundgren, to broker a deal with a rival company. During testimony earlier in the trial, Lundgren, who wore a suit, said that he hung up on Stewart after she told him about the deal she'd reached with Penney. He said he hasn't spoken to her since.

"I was quite taken back by his response and when he hung up on me I was quite flabbergasted," Stewart testified Tuesday.

Stewart also testified that she couldn't discuss the impending Penney deal with Lundgren sooner because the negotiations were "confidential." But Theodore Grossman, an attorney representing Macy's, presented an email on Tuesday that showed that Stewart had discussed the idea in the summer of 2011 with Millard Drexler, CEO of the J. Crew clothing chain. Stewart called Drexler a "helpful adviser."

Stewart's testimony comes as the company she founded continues to struggle. Martha Stewart Living just finished its fifth straight year of losses. The company has also had steep sales declines.

Martha Stewart Living took a hit when Stewart was indicted in 2003 on charges that included making false statements and obstruction of justice related to a personal stock sale. She was convicted in March 2004 and was sentenced to five months in prison. After Stewart's release in March 2005, business began to recover as advertisers who had fled returned.

"I stumbled in 2003," Stewart said Tuesday, adding that "We emerged from that whole and healthy."

Still, in the past few years, Martha Stewart Living's broadcast and publishing divisions have been grappling with a shift by people to getting their recipes and food tips on the Web and on their mobile devices. As a result, the company, based in New York City, has been trying to bolster its merchandising business, which represents 30 percent of the company's annual revenue.

The biggest opportunities for Martha Stewart Living are in selling products for the home, including bedding, bath and kitchen merchandise. That's because as the housing recovery gains momentum in the economic recovery, people likely will put more money into their homes.

During her testimony on Tuesday, Stewart said she always wanted to open big shops within Macy's stores, but the retailer never embraced that concept. Instead, she said the merchandise in Macy's stores is just "here and there."

Get the Monitor Stories you care about delivered to your inbox.

That's why she said that a proposal from Penney's Johnson to create shops filled with home merchandise was appealing to her. She called Johnson a "visionary."

"We hoped this business would be growing," Stewart said. "It just boggles my mind that we're here sitting in front of you, judge."


Martha Stewart: J.C. Penney deal didn't violate Macy's contract

Home decorating and cooking expert Martha Stewart testified that striking a deal with J.C. Penney did not breach her contract to sell her home decor line exclusively at Macy's.

Home decor and food guru Martha Stewart testified in court on Tuesday that she did nothing wrong when she signed an agreement to open shops within most of J.C. Penney's stores across the country.

Stewart testified in New York State Supreme Court in a trial over whether the company she founded breached its contract to sell cookware, bedding and other items exclusively at Macy's when she inked the deal with Penney.

Stewart's appearance, which followed a lineup of other top brass including the CEOs of both Macy's Inc. and J.C. Penney Co., attracted a lot of attention from the media. So much so that the judge opened up the jury box to make room for the expanded audience, and spectators had to wait behind a roped line to enter the courtroom.

During four hours of testimony, Stewart, who founded Martha Stewart Living Omnimedia Inc., denied Macy's allegations that she did anything unethical and said she was only looking to expand her brand.

Stewart said it's Macy's that didn't uphold its end of the agreement to try to maximize the potential of her business. She said her brand had grown to about $300 million at Macy's, but the business was now "static" at the department store chain. She said she had hoped the business would exceed $400 million.

Teoria crítica da raça: quem decide o que é história?

"We were disappointed," Stewart, 71, wearing a light brown tunic and a mini skirt, testified. "We got to a certain dollar amount and struggled and never got any further."

The trial, which began Feb. 20, centers around whether Macy's has the exclusive right to sell some Martha Stewart branded products such as cookware, bedding and bath items.

Penney signed a pact in December 2011 with Martha Stewart Living to open shops at most of its 1,100 stores by this spring. A month later, Macy's renewed its long-standing exclusive deal with Martha Stewart until 2018, then it sued both Martha Stewart Living and Penney.

Macy's is trying to block Penney's from opening the Martha Stewart shops within its stores. The company also is seeking to stop Martha Stewart from providing any designs to Penney — whether or not they carry the Martha Stewart label.

Martha Stewart and Penney are using what they believe is a loophole in the agreement between Macy's and Martha Stewart to move forward with their deal. It's a provision that allows Martha Stewart to sell some of the products that it offers in Macy's stores at Martha Stewart shops, too.

According to Martha Stewart lawyers, because the Macy's agreement doesn't specify that Martha Stewart stores have to be "stand alone" locations, the mini shops within Penney's stores would not violate the contract. Stewart said in court Tuesday that even Amazon.com could be considered a store, given that shoppers are shifting more to online buying.

"I don't think you need walls to be a store," she said.

The trial has revealed some of the drama that took place behind-the-scenes as the Martha Stewart-Penney deal came to be. During his testimony on Friday, Penney CEO Johnson rejected claims by Macy's lawyers that he plotted to push Martha Stewart to breach her deal with Macy's with the goal of eventually becoming the sole carrier of some of Stewart's products.

Johnson, who was dressed in a dark suit and striped navy tie, testified that he just wanted to get a piece of the action while helping the Martha Stewart's business grow. He also said that the expanded partnership could be good for all parties involved, including Macy's.

Macy's attorneys, meanwhile, have portrayed Stewart as someone who turned her back on a good friend, Macy's CEO Terry Lundgren, to broker a deal with a rival company. During testimony earlier in the trial, Lundgren, who wore a suit, said that he hung up on Stewart after she told him about the deal she'd reached with Penney. He said he hasn't spoken to her since.

"I was quite taken back by his response and when he hung up on me I was quite flabbergasted," Stewart testified Tuesday.

Stewart also testified that she couldn't discuss the impending Penney deal with Lundgren sooner because the negotiations were "confidential." But Theodore Grossman, an attorney representing Macy's, presented an email on Tuesday that showed that Stewart had discussed the idea in the summer of 2011 with Millard Drexler, CEO of the J. Crew clothing chain. Stewart called Drexler a "helpful adviser."

Stewart's testimony comes as the company she founded continues to struggle. Martha Stewart Living just finished its fifth straight year of losses. The company has also had steep sales declines.

Martha Stewart Living took a hit when Stewart was indicted in 2003 on charges that included making false statements and obstruction of justice related to a personal stock sale. She was convicted in March 2004 and was sentenced to five months in prison. After Stewart's release in March 2005, business began to recover as advertisers who had fled returned.

"I stumbled in 2003," Stewart said Tuesday, adding that "We emerged from that whole and healthy."

Still, in the past few years, Martha Stewart Living's broadcast and publishing divisions have been grappling with a shift by people to getting their recipes and food tips on the Web and on their mobile devices. As a result, the company, based in New York City, has been trying to bolster its merchandising business, which represents 30 percent of the company's annual revenue.

The biggest opportunities for Martha Stewart Living are in selling products for the home, including bedding, bath and kitchen merchandise. That's because as the housing recovery gains momentum in the economic recovery, people likely will put more money into their homes.

During her testimony on Tuesday, Stewart said she always wanted to open big shops within Macy's stores, but the retailer never embraced that concept. Instead, she said the merchandise in Macy's stores is just "here and there."

Get the Monitor Stories you care about delivered to your inbox.

That's why she said that a proposal from Penney's Johnson to create shops filled with home merchandise was appealing to her. She called Johnson a "visionary."

"We hoped this business would be growing," Stewart said. "It just boggles my mind that we're here sitting in front of you, judge."


Martha Stewart: J.C. Penney deal didn't violate Macy's contract

Home decorating and cooking expert Martha Stewart testified that striking a deal with J.C. Penney did not breach her contract to sell her home decor line exclusively at Macy's.

Home decor and food guru Martha Stewart testified in court on Tuesday that she did nothing wrong when she signed an agreement to open shops within most of J.C. Penney's stores across the country.

Stewart testified in New York State Supreme Court in a trial over whether the company she founded breached its contract to sell cookware, bedding and other items exclusively at Macy's when she inked the deal with Penney.

Stewart's appearance, which followed a lineup of other top brass including the CEOs of both Macy's Inc. and J.C. Penney Co., attracted a lot of attention from the media. So much so that the judge opened up the jury box to make room for the expanded audience, and spectators had to wait behind a roped line to enter the courtroom.

During four hours of testimony, Stewart, who founded Martha Stewart Living Omnimedia Inc., denied Macy's allegations that she did anything unethical and said she was only looking to expand her brand.

Stewart said it's Macy's that didn't uphold its end of the agreement to try to maximize the potential of her business. She said her brand had grown to about $300 million at Macy's, but the business was now "static" at the department store chain. She said she had hoped the business would exceed $400 million.

Teoria crítica da raça: quem decide o que é história?

"We were disappointed," Stewart, 71, wearing a light brown tunic and a mini skirt, testified. "We got to a certain dollar amount and struggled and never got any further."

The trial, which began Feb. 20, centers around whether Macy's has the exclusive right to sell some Martha Stewart branded products such as cookware, bedding and bath items.

Penney signed a pact in December 2011 with Martha Stewart Living to open shops at most of its 1,100 stores by this spring. A month later, Macy's renewed its long-standing exclusive deal with Martha Stewart until 2018, then it sued both Martha Stewart Living and Penney.

Macy's is trying to block Penney's from opening the Martha Stewart shops within its stores. The company also is seeking to stop Martha Stewart from providing any designs to Penney — whether or not they carry the Martha Stewart label.

Martha Stewart and Penney are using what they believe is a loophole in the agreement between Macy's and Martha Stewart to move forward with their deal. It's a provision that allows Martha Stewart to sell some of the products that it offers in Macy's stores at Martha Stewart shops, too.

According to Martha Stewart lawyers, because the Macy's agreement doesn't specify that Martha Stewart stores have to be "stand alone" locations, the mini shops within Penney's stores would not violate the contract. Stewart said in court Tuesday that even Amazon.com could be considered a store, given that shoppers are shifting more to online buying.

"I don't think you need walls to be a store," she said.

The trial has revealed some of the drama that took place behind-the-scenes as the Martha Stewart-Penney deal came to be. During his testimony on Friday, Penney CEO Johnson rejected claims by Macy's lawyers that he plotted to push Martha Stewart to breach her deal with Macy's with the goal of eventually becoming the sole carrier of some of Stewart's products.

Johnson, who was dressed in a dark suit and striped navy tie, testified that he just wanted to get a piece of the action while helping the Martha Stewart's business grow. He also said that the expanded partnership could be good for all parties involved, including Macy's.

Macy's attorneys, meanwhile, have portrayed Stewart as someone who turned her back on a good friend, Macy's CEO Terry Lundgren, to broker a deal with a rival company. During testimony earlier in the trial, Lundgren, who wore a suit, said that he hung up on Stewart after she told him about the deal she'd reached with Penney. He said he hasn't spoken to her since.

"I was quite taken back by his response and when he hung up on me I was quite flabbergasted," Stewart testified Tuesday.

Stewart also testified that she couldn't discuss the impending Penney deal with Lundgren sooner because the negotiations were "confidential." But Theodore Grossman, an attorney representing Macy's, presented an email on Tuesday that showed that Stewart had discussed the idea in the summer of 2011 with Millard Drexler, CEO of the J. Crew clothing chain. Stewart called Drexler a "helpful adviser."

Stewart's testimony comes as the company she founded continues to struggle. Martha Stewart Living just finished its fifth straight year of losses. The company has also had steep sales declines.

Martha Stewart Living took a hit when Stewart was indicted in 2003 on charges that included making false statements and obstruction of justice related to a personal stock sale. She was convicted in March 2004 and was sentenced to five months in prison. After Stewart's release in March 2005, business began to recover as advertisers who had fled returned.

"I stumbled in 2003," Stewart said Tuesday, adding that "We emerged from that whole and healthy."

Still, in the past few years, Martha Stewart Living's broadcast and publishing divisions have been grappling with a shift by people to getting their recipes and food tips on the Web and on their mobile devices. As a result, the company, based in New York City, has been trying to bolster its merchandising business, which represents 30 percent of the company's annual revenue.

The biggest opportunities for Martha Stewart Living are in selling products for the home, including bedding, bath and kitchen merchandise. That's because as the housing recovery gains momentum in the economic recovery, people likely will put more money into their homes.

During her testimony on Tuesday, Stewart said she always wanted to open big shops within Macy's stores, but the retailer never embraced that concept. Instead, she said the merchandise in Macy's stores is just "here and there."

Get the Monitor Stories you care about delivered to your inbox.

That's why she said that a proposal from Penney's Johnson to create shops filled with home merchandise was appealing to her. She called Johnson a "visionary."

"We hoped this business would be growing," Stewart said. "It just boggles my mind that we're here sitting in front of you, judge."


Martha Stewart: J.C. Penney deal didn't violate Macy's contract

Home decorating and cooking expert Martha Stewart testified that striking a deal with J.C. Penney did not breach her contract to sell her home decor line exclusively at Macy's.

Home decor and food guru Martha Stewart testified in court on Tuesday that she did nothing wrong when she signed an agreement to open shops within most of J.C. Penney's stores across the country.

Stewart testified in New York State Supreme Court in a trial over whether the company she founded breached its contract to sell cookware, bedding and other items exclusively at Macy's when she inked the deal with Penney.

Stewart's appearance, which followed a lineup of other top brass including the CEOs of both Macy's Inc. and J.C. Penney Co., attracted a lot of attention from the media. So much so that the judge opened up the jury box to make room for the expanded audience, and spectators had to wait behind a roped line to enter the courtroom.

During four hours of testimony, Stewart, who founded Martha Stewart Living Omnimedia Inc., denied Macy's allegations that she did anything unethical and said she was only looking to expand her brand.

Stewart said it's Macy's that didn't uphold its end of the agreement to try to maximize the potential of her business. She said her brand had grown to about $300 million at Macy's, but the business was now "static" at the department store chain. She said she had hoped the business would exceed $400 million.

Teoria crítica da raça: quem decide o que é história?

"We were disappointed," Stewart, 71, wearing a light brown tunic and a mini skirt, testified. "We got to a certain dollar amount and struggled and never got any further."

The trial, which began Feb. 20, centers around whether Macy's has the exclusive right to sell some Martha Stewart branded products such as cookware, bedding and bath items.

Penney signed a pact in December 2011 with Martha Stewart Living to open shops at most of its 1,100 stores by this spring. A month later, Macy's renewed its long-standing exclusive deal with Martha Stewart until 2018, then it sued both Martha Stewart Living and Penney.

Macy's is trying to block Penney's from opening the Martha Stewart shops within its stores. The company also is seeking to stop Martha Stewart from providing any designs to Penney — whether or not they carry the Martha Stewart label.

Martha Stewart and Penney are using what they believe is a loophole in the agreement between Macy's and Martha Stewart to move forward with their deal. It's a provision that allows Martha Stewart to sell some of the products that it offers in Macy's stores at Martha Stewart shops, too.

According to Martha Stewart lawyers, because the Macy's agreement doesn't specify that Martha Stewart stores have to be "stand alone" locations, the mini shops within Penney's stores would not violate the contract. Stewart said in court Tuesday that even Amazon.com could be considered a store, given that shoppers are shifting more to online buying.

"I don't think you need walls to be a store," she said.

The trial has revealed some of the drama that took place behind-the-scenes as the Martha Stewart-Penney deal came to be. During his testimony on Friday, Penney CEO Johnson rejected claims by Macy's lawyers that he plotted to push Martha Stewart to breach her deal with Macy's with the goal of eventually becoming the sole carrier of some of Stewart's products.

Johnson, who was dressed in a dark suit and striped navy tie, testified that he just wanted to get a piece of the action while helping the Martha Stewart's business grow. He also said that the expanded partnership could be good for all parties involved, including Macy's.

Macy's attorneys, meanwhile, have portrayed Stewart as someone who turned her back on a good friend, Macy's CEO Terry Lundgren, to broker a deal with a rival company. During testimony earlier in the trial, Lundgren, who wore a suit, said that he hung up on Stewart after she told him about the deal she'd reached with Penney. He said he hasn't spoken to her since.

"I was quite taken back by his response and when he hung up on me I was quite flabbergasted," Stewart testified Tuesday.

Stewart also testified that she couldn't discuss the impending Penney deal with Lundgren sooner because the negotiations were "confidential." But Theodore Grossman, an attorney representing Macy's, presented an email on Tuesday that showed that Stewart had discussed the idea in the summer of 2011 with Millard Drexler, CEO of the J. Crew clothing chain. Stewart called Drexler a "helpful adviser."

Stewart's testimony comes as the company she founded continues to struggle. Martha Stewart Living just finished its fifth straight year of losses. The company has also had steep sales declines.

Martha Stewart Living took a hit when Stewart was indicted in 2003 on charges that included making false statements and obstruction of justice related to a personal stock sale. She was convicted in March 2004 and was sentenced to five months in prison. After Stewart's release in March 2005, business began to recover as advertisers who had fled returned.

"I stumbled in 2003," Stewart said Tuesday, adding that "We emerged from that whole and healthy."

Still, in the past few years, Martha Stewart Living's broadcast and publishing divisions have been grappling with a shift by people to getting their recipes and food tips on the Web and on their mobile devices. As a result, the company, based in New York City, has been trying to bolster its merchandising business, which represents 30 percent of the company's annual revenue.

The biggest opportunities for Martha Stewart Living are in selling products for the home, including bedding, bath and kitchen merchandise. That's because as the housing recovery gains momentum in the economic recovery, people likely will put more money into their homes.

During her testimony on Tuesday, Stewart said she always wanted to open big shops within Macy's stores, but the retailer never embraced that concept. Instead, she said the merchandise in Macy's stores is just "here and there."

Get the Monitor Stories you care about delivered to your inbox.

That's why she said that a proposal from Penney's Johnson to create shops filled with home merchandise was appealing to her. She called Johnson a "visionary."

"We hoped this business would be growing," Stewart said. "It just boggles my mind that we're here sitting in front of you, judge."